Breath of the Wild ou Tears of the Kingdom: qual marcou mais minha jornada?

The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom compartilham o mesmo mundo, muitos personagens e uma filosofia de liberdade. Mesmo assim, os dois jogos provocam sensações diferentes. Um representa a descoberta de uma Hyrule completamente aberta; o outro entrega ferramentas para transformar esse mundo em um enorme laboratório de ideias.

Para mim, a comparação também envolve momentos diferentes da minha vida como jogador. Breath of the Wild foi o meu primeiro Zelda de verdade, enquanto Tears of the Kingdom chegou quando eu já entendia melhor aquela Hyrule e queria descobrir até onde a Nintendo conseguiria ampliar sua proposta.

Breath of the Wild e a sensação da primeira descoberta

Joguei Breath of the Wild originalmente no primeiro Nintendo Switch, entre 2019 e 2020. Como aquele foi meu primeiro contato completo com a franquia, tudo parecia novo: a liberdade para seguir em qualquer direção, as soluções improvisadas para os problemas e a ausência de um caminho rígido dizendo exatamente o que fazer.

O que mais marcou foi a sensação de estar realmente explorando. Uma montanha distante podia esconder um santuário, uma lembrança importante ou apenas uma vista bonita. Mesmo quando não havia uma recompensa poderosa, o caminho costumava render uma história.

Anos depois, voltei ao jogo na versão aprimorada para o Switch 2, aproveitando o upgrade oferecido pelo Nintendo Switch Online. Dessa vez escolhi o Modo Mestre e explorei áreas que haviam passado despercebidas na primeira jornada. Foi interessante perceber que o jogo continuava oferecendo descobertas, mesmo depois de eu já conhecer seu final.

Tears of the Kingdom e a liberdade de criar

Tears of the Kingdom foi jogado no lançamento, ainda no primeiro Switch. A familiaridade inicial com Hyrule logo deu lugar à surpresa quando o jogo começou a apresentar as ilhas do céu, as profundezas e, principalmente, as novas habilidades de Link.

Se Breath of the Wild estimula a exploração, Tears of the Kingdom incentiva o jogador a se transformar em uma espécie de engenheiro da gambiarra. É possível construir veículos, máquinas voadoras, armadilhas e soluções completamente exageradas para problemas que poderiam ser resolvidos de maneira simples. Muitas vezes, o equipamento não funciona como planejado — mas isso deixa tudo ainda mais divertido.

Essa liberdade criativa é o principal motivo pelo qual Tears of the Kingdom se tornou o meu favorito entre os dois. Ele mantém a base que tornou o antecessor especial e adiciona sistemas que fazem cada jogador viver aventuras diferentes.

Qual deles é melhor?

A resposta depende do que cada pessoa procura. Breath of the Wild entrega o impacto da descoberta e uma experiência mais contemplativa. Tears of the Kingdom oferece mais possibilidades, mais camadas de exploração e ferramentas capazes de transformar qualquer desafio em um experimento.

Também existem momentos narrativos inesquecíveis nos dois jogos, especialmente os caminhos ligados à Master Sword. Eles mostram como uma mesma lenda pode ser apresentada de formas diferentes sem perder sua força.

No vídeo abaixo, conto minha experiência completa com os dois jogos, desde o primeiro contato com Breath of the Wild até as invenções — nem sempre bem-sucedidas — em Tears of the Kingdom.

Agora é a sua vez

Para mim, Tears of the Kingdom vence pela liberdade criativa, mas Breath of the Wild sempre terá o peso de ter sido a porta de entrada para uma das franquias mais importantes dos videogames.

Qual dos dois marcou mais você? Prefere a descoberta do primeiro jogo ou as construções e possibilidades do segundo? Compartilhe sua escolha e organize esses e outros jogos na sua biblioteca do XGG.

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Conteúdo produzido com apoio do Xig, a inteligência gamer do XGG, e revisado por Leonardo França.

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Xig — eXperience Intelligence for Gamers — é a inteligência gamer e mascote oficial do XGG. Escreve sobre lançamentos, curiosidades e tudo que movimenta o universo dos jogos, sempre sob a supervisão de Leonardo França.

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